Gosto de intensidades..!
Eu gosto quando o vento bate forte e levanta poeira. Quando o barulho agressivo da chuva faz relaxar. Eu gosto de andar descalço e sentir-me livre. Gosto quando o riso adormece a barriga e emenda com a falta de ar. Eu gosto do cheiro de livros novos, de rabiscar meu autógrafo em páginas limpas e de ocupar todos os cômodos com música quando a casa está vazia. Mas se tem uma coisa que eu gosto mesmo, é de viver. Errando, aprendendo, apanhando, doendo, cicatrizando, refazendo, amando, me desarmando, envelhecendo, vivendo.

Às vezes, criamos em nossas cabeças uma ideia imatura de que tudo e todos estão contra nós. Que o mundo só consegue nos cumprimentar de costas e que sempre iremos ficar no lado esquerdo – e desagradável – das coisas. Quanto drama! Mas depois de algum tempo, uma das coisas que eu mais gosto, como já disse, vem. O vento. Ele traz consigo um aroma diferente e um arrepio de frio avisando que logo em seguida vem a chuva que lava o espírito e renova a alma. 

E aí, depois de algum pouco tempo, as coisas começam a melhorar, os sorrisos começam a se fazerem mais presente, pulamos para o lado direito, o mundo resolve nos dar a mão e percebemos que tudo aquilo que “estava contra nós” era apenas uma fase. Uma péssima fase. É que nós, seres humanos, não temos muita habilidade para ter paciência. E isso, sem dúvidas é bastante prejudicial.

Quem foi que disse que ninguém tem problemas? Quem é que nunca tomou um banho de lama? Quem nunca chegou ao seu destino e se lembrou que se esqueceu de algo importante? Quem nunca sofreu por amor, minha gente? Quem nunca chorou de tristeza, perda, angustia e medo? Quem nunca? Ninguém. Todos nós temos dias difíceis, o que muda é apenas a visão que cada um tem sobre o que é um dia difícil. 

Às vezes, esquecemos que doer faz parte de viver. Sentir dor é estar vivo. Sofrer é ser vulnerável ao aprendizado. Chorar é fazer uma limpeza na alma. Ter dificuldades é o incentivo à conquista, é ter sede de superação. Precisamos correr no chão liso para saber que esta atitude nos trará machucados. Precisamos quebrar o coração para sabermos o quão difícil e dolorido é recolocar no lugar os pedaços. Precisamos aceitar os nãos da vida para que os sins venham costurados com um “valeu a pena insistir” no futuro. É assim que funcionam as coisas.

Então, não permita mais se sentir uma vítima do mundo. Levanta daí, enxuga esse desperdício de lágrimas e vai apreciar o que a vida tem de melhor. Saia do coma. Deixa doer. Deixa arder. Se aparecer um nó na garganta, desamarra e põe para fora. Se o mundo te virar as costas, faça uma massagem nele. Converta o que é ruim para o que é bom. E quando não parece possível, tente. Não questione o que já foi decidido, tente mudar o que ainda está em planejamento. Você é o motorista da sua vida, logo, você só irá saber qual é o caminho certo após conhecer todos os caminhos.

Eu gosto quando o vento bate forte e levanta poeira. Quando o barulho agressivo da chuva faz relaxar. Eu gosto de andar descalço e sentir-me livre. Gosto quando o riso adormece a barriga e emenda com a falta de ar. Eu gosto do cheiro de livros novos, de rabiscar meu autógrafo em páginas limpas e de ocupar todos os cômodos com música quando a casa está vazia. Mas se tem uma coisa que eu gosto mesmo, é de viver. Errando, aprendendo, apanhando, doendo, cicatrizando, refazendo, amando, me desarmando, envelhecendo, vivendo.

Às vezes, criamos em nossas cabeças uma ideia imatura de que tudo e todos estão contra nós. Que o mundo só consegue nos cumprimentar de costas e que sempre iremos ficar no lado esquerdo – e desagradável – das coisas. Quanto drama! Mas depois de algum tempo, uma das coisas que eu mais gosto, como já disse, vem. O vento. Ele traz consigo um aroma diferente e um arrepio de frio avisando que logo em seguida vem a chuva que lava o espírito e renova a alma.

E aí, depois de algum pouco tempo, as coisas começam a melhorar, os sorrisos começam a se fazerem mais presente, pulamos para o lado direito, o mundo resolve nos dar a mão e percebemos que tudo aquilo que “estava contra nós” era apenas uma fase. Uma péssima fase. É que nós, seres humanos, não temos muita habilidade para ter paciência. E isso, sem dúvidas é bastante prejudicial.

Quem foi que disse que ninguém tem problemas? Quem é que nunca tomou um banho de lama? Quem nunca chegou ao seu destino e se lembrou que se esqueceu de algo importante? Quem nunca sofreu por amor, minha gente? Quem nunca chorou de tristeza, perda, angustia e medo? Quem nunca? Ninguém. Todos nós temos dias difíceis, o que muda é apenas a visão que cada um tem sobre o que é um dia difícil.

Às vezes, esquecemos que doer faz parte de viver. Sentir dor é estar vivo. Sofrer é ser vulnerável ao aprendizado. Chorar é fazer uma limpeza na alma. Ter dificuldades é o incentivo à conquista, é ter sede de superação. Precisamos correr no chão liso para saber que esta atitude nos trará machucados. Precisamos quebrar o coração para sabermos o quão difícil e dolorido é recolocar no lugar os pedaços. Precisamos aceitar os nãos da vida para que os sins venham costurados com um “valeu a pena insistir” no futuro. É assim que funcionam as coisas.

Então, não permita mais se sentir uma vítima do mundo. Levanta daí, enxuga esse desperdício de lágrimas e vai apreciar o que a vida tem de melhor. Saia do coma. Deixa doer. Deixa arder. Se aparecer um nó na garganta, desamarra e põe para fora. Se o mundo te virar as costas, faça uma massagem nele. Converta o que é ruim para o que é bom. E quando não parece possível, tente. Não questione o que já foi decidido, tente mudar o que ainda está em planejamento. Você é o motorista da sua vida, logo, você só irá saber qual é o caminho certo após conhecer todos os caminhos.

Tenho esperado

Quero alguém que faça e seja diferente dos meus antigos amores. Todos eles, sem exceção, foram basicamente iguais. Eu sempre achava que seria diferente, mas diferente era só a maneira como o igual acontecia.

Tenho esperado por alguém que me incentive a continuar, que me estimule a lutar e que além de me dar amor, me dê apoio quando eu precisar. Porque um relacionamento não se limita em ciúmes, beijos, noites de amor e exclusividade. É bem mais que isso. É palavra de conforto e críticas construtivas. É satisfação de ter o outro ao seu lado e o ego de ser o que esse alguém precisa. É a alegria de sempre tentar ser e fazer o melhor.

Quero poder acordar numa manhã de sábado e ver que há alguém que me faz bem deitada ao meu lado e, sem a preocupação de cumprir horários, poder ficar abraçado - sentindo o aroma agradavelmente gostoso - até mais tarde na cama. Quero poder contar com uma companhia bem humorada e atrevida no banco carona do meu carro.

Existem pessoas que não dão importância a essas pequenas coisas e simples detalhes, mas eu, sinceramente, prefiro um amor à moda antiga com um sorriso de satisfação e felicidade transbordando no olhar, do que um romance “moderno” regado a desconfianças e brigas.

Tenho esperado por alguém que não dê importância ao que os outros pensam. Quem vive para agradar os outros, vive algemado a coisas que não lhe dão prazer em viver. E eu preciso de alguém que seja livre para ser livre ao meu lado. Eu quero alguém “dos vera”. Que faça ser, mesmo quando não for.

Tenho esperado por alguém que também esteja me esperando. E como já disse, eu não tenho pressa. Vou continuar procurando esse alguém e me encher de esperança a cada vez que eu me perder em um novo sorriso.
Trilha sonora da semana :kina Grannis

Estava navegando pelo Youtube quando OPS… Achei a música da minha vida. Quem nunca? Amo quando isso acontece, vivo de música, e sempre que encontro uma música nova que me faz sentir bem, o meu dia vale a pena.


Curiosos? Deem o play!

http://www.youtube.com/watch?v=zqphSJAEnGY

Quem é feliz não conta, não espalha, não grita aos quatro cantos. Quem é feliz, satisfaze-se por ser. E sabe que felicidade anda coladinha na inveja. Quem é feliz não precisa provar nada, simplesmente é. As pessoas felizes demais nunca me passaram confiança. Essa coisa de que a vida é uma festa e não existe nada errado, não me brilha aos olhos. Feliz é quem conhece o lado ruim e o respeita. Feliz é quem já foi infeliz. Somente quem já foi infeliz pode entender que a tristeza traz um punhado muito bom de aprendizados. Felicidade não é sobre quem grita mais alto; é sobre quem sorri mais fundo.

Quem é feliz não conta, não espalha, não grita aos quatro cantos. Quem é feliz, satisfaze-se por ser. E sabe que felicidade anda coladinha na inveja. Quem é feliz não precisa provar nada, simplesmente é. As pessoas felizes demais nunca me passaram confiança. Essa coisa de que a vida é uma festa e não existe nada errado, não me brilha aos olhos. Feliz é quem conhece o lado ruim e o respeita. Feliz é quem já foi infeliz. Somente quem já foi infeliz pode entender que a tristeza traz um punhado muito bom de aprendizados. Felicidade não é sobre quem grita mais alto; é sobre quem sorri mais fundo.

Minha louca vontade !

Às vezes me pego completamente dominada por vontades loucas. Vontade de fugir para muito longe sem sequer olhar pra trás. De me aventurar pelo mundo e de conhecer cada cidade e suas pessoas incríveis. Às vezes quero gritar bem alto e quebrar tudo aquilo que vejo pela frente, mas logo sou dominada por uma eterna gratidão. Às vezes tenho vontade de me encolher num cantinho do mundo e ficar ali por dias, só ouvindo os sons que a natureza faz. Às vezes me pego com saudade daquela antiga sensação do primeiro beijo, do primeiro amor, do primeiro romance. Aquela ansiedade repleta de borboletas no estômago que hoje, não existe mais.

Sinto falta da ingenuidade de criança e de todos os momentos em que fiz meus pais orgulhosos. Sinto saudade do cheiro que minhas tardes costumavam ter, cheirinho de aconchego e de paz. Quero de volta todos os amigos que perdi no meio do caminho e me seguro para não aparecer na casa de cada um deles pedindo por um abraço caloroso. Tenho vontade de pedir perdão a todos que machuquei, não sou o tipo insensível que se esquece dos erros. Lembro de cada pessoa que decepcionei e me sinto horrível por não poder provar que me arrependo disso.

Às vezes tenho vontade de abraçar todas as pessoas de rua e dizer a elas o quanto elas importam para o mundo. Como também muitas vezes me sinto impotente por não poder adotar o maior número de animais abandonados possíveis. Sou apaixonada por pessoas idosas e tenho vontade de beijar todas que encontro mesmo que não as conheça. Acho o carinho que uma pessoa tem com sua família uma das coisas mais encantadoras de se ver, assim como me apaixono fácil por pessoas humildes e desapaixono quando percebo qualquer sinal de arrogância. Sinto falta de pessoas simples, de bom coração, que não hesitam em dar um sorriso verdadeiro.

Tenho vontade de andar descalça e de jogar fora todas essas roupas empurradas pela moda. Ser livre sem preocupação alguma. Dormir embaixo de uma árvore e me banhar debaixo de uma cachoeira. No fim do dia quem sabe assistir um pôr do sol e escutar uma música.. São desejos tão fortes, devo parecer uma louca. Mas ouvi dizer que as melhores pessoas são.

Sinto vontade de cantar minha música preferida aos berros no meio da rua e tenho o sonho de voar acima de cidades iluminadas. Gosto de abraços fortes e bebidas quentes. Minhas melhores lembranças são de sorrisos que fazem a barriga doer e de lágrimas tão abundantes que me fizeram nascer de novo. Tenho medo do amanhã e devido a isso exagero no hoje. Sou intensa assim como minhas emoções, sou incerta assim como minhas vontades.

Queria às vezes, só às vezes, amar até doer, chorar até cansar, sorrir até não aguentar e viver feliz sem me importar. Mas ainda há esperanças.

Sobre o tempo!

Acordei pensando no tempo. Não, eu não estava atrasada, apesar do despertador ter tocado incessantemente. Mal abri os olhos e veio uma pergunta bater na minha porta: será que o tempo ajuda? Juro que tenho um pouco de receio dessa palavra (quem gosta?).
Cresci ouvindo dizer que o tempo é amigo e que ele cura todas as dores. Mas eu cresci e continuo com minhas cicatrizes. Não sei se foi ele que ajudou ou eu que resolvi dar um basta no sofrenilda style. Vou te contar um segredo: sofrer cansa, desgasta, causa olheiras e dor de barriga. Não estou brincando, pelo menos comigo é assim. Me sinto cansada, pesada, carregada, sem energias ou ânimo, olheiras arroxeadas brotam enlouquecidas no meu rosto branco e a barriga dói. Por isso, decidi não fazer essa maldade comigo. Se eu sofro é por um dia, por algumas horas. Me recuso a ficar nessa lenga lenga por dias ou meses. Não mereço.
Sabe, a gente tem que se dar conta do que merece. No fundo a única pessoa que te conhece é você mesmo. Por isso, sempre vale aquele bate-papo sincero e amigo, onde você olha nos olhos da sua alma e coloca tudo em pratos, xícaras e panelas limpas. É um processo um pouco amargo, afinal, ninguém tem só um lado belo e perfumado. Mas é necessário para o aprendizado, a evolução, o crescimento. 
Como eu dizia, não sei se foi o tempo que ajudou. Acho que ele é apenas um coadjuvante em todo o processo. Os dias passam, a gente aprende e amadurece (ou não). E ele está ali, fazendo tic tac junto com o relógio, na espreita. Não é a figura dele que ajuda. É o que a gente faz com o tempo que passa, com o que resta, com os nossos sonhos. Isso, sim, é mais importante. Como é meio difícil dar toda essa explicação as pessoas resolveram resumir tudo em uma frase simples “o tempo é o melhor remédio”. Acho que essas pessoas esqueceram que o tempo, sozinho, não faz nada. Quem faz somos nós. “Com o tempo as relações se desgastam”. Não. Quem desgasta as relações somos nós, afinal, tudo está na nossa mão. Inclusive o tempo. Por isso, aproveite bem o seu.                                                                                                                
alegremisticarebeccatorquato:

Tem dias que o coração explode, mas tem dias que a minha cabeça é que parece que vai explodir. 

alegremisticarebeccatorquato:

Tem dias que o coração explode, mas tem dias que a minha cabeça é que parece que vai explodir. 

Sinto não sentir

 

image
Decidi mudar. Não dá mais para continuar sofrendo quieta, de agora em diante vou pagar na mesma moeda. E se tiver que ficar devendo, tudo bem. Não é assim que as pessoas vivem? Pelo que sei, todas elas dormem bem tranquilinhas à noite, quando repousam seus cabelos cheirosos nos travesseiros com cheirinho de amaciante e têm bons sonhos. Chega de me estressar, de ficar angustiada, de tentar resolver, de amenizar, apaziguar, dar um jeito. Se não tem jeito, dane-se. Nem sempre o remédio aparece, às vezes a vida é que cura as nossas pequenas doenças. 
A verdade é que o cansaço tomou conta, não tem razão para continuar nessa farsa eterna, nesse tormento sem fim. Chega, se os outros não se colocam no meu lugar não faz o menor sentido eu continuar me colocando no lugar dos outros. Na vida é assim: é dando que se recebe, é fazendo que se consegue, é deixando pra lá que se deixa pra lá. Sei que meu papinho está de botequim, depois que a gente toma umas e outras e resolve soltar a língua, trazer à tona velhos desabafos, pensamentos, impressões e sugestões. Já reparou que quando estamos de pileque resolvemos dar sugestões para quem está na nossa mesa, na mesa  ao lado, transeuntes, garçons e quem mais se atravessar  no nosso caminho? Então, é isso: estou de pilequinho sem ter bebido, apenas senti uma vontade louca de dizer que não quero mais viver nessa palhaçada toda.
O ser humano é imundo, sim, muito egoísta e só pensa nele mesmo. Ninguém tem a coragem de abrir bem o olho, pegar uma lupa e analisar cada probleminha do outro, ninguém pensa se aquilo que está dizendo vai ofender, ferir, magoar ou devastar a outra pessoa. Todo mundo quer falar e hoje em dia todos têm algo a dizer, ainda que ninguém ouça. Ninguém se importa se não for ouvido, o que querem é abrir a boca e vomitar palavras. Por isso, hoje estou no embalo do povo: vomitando. 
Uma hora a ficha cai e a gente resolve apertar no stop. Fazer papel de boba, pra quê? Não, não, agradeço, mas dispenso. Não quero mais dar valor ao que não pode ser tão valorizado. E me pergunto: por que diabos eu sou tão mongolóide e sinto? Meu Deus, como é ruim sentir. Hoje em dia a moda é exatamente o inverso: não sentir. Não sentir, não se importar, não tentar, não se preocupar com quem está em cima, embaixo, ao lado, na porta da frente. A moda é olhar para si mesmo, fechar as janelas e esquecer todos os temores do mundo. Por isso, me despeço e digo que vou junto com eles. 
(Então eu me belisco forte, vejo que tive apenas um ataque de fúria, passo a borracha no que disse e sigo sentindo. Porque isso é o melhor que a vida nos oferece.)

Foi fazendo tudo certo que descobri que pessoas não gostam do que é certo. Foi fazendo um carinho que descobri que as pessoas gostam de brigar às vezes. Esquenta. Reanima. Foi fazendo o certo que descobri que gostam do errado. Queremos aquele que faz tudo errado, chega atrasado, não liga quando precisamos, não aparece quando queremos. Porque um dia a gente percebe que aprender a gostar da imperfeição é a forma mais pura de amar alguém.